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Mídia por Impacto – O que você precisa saber?

Ao longo da última década, a indústria da mídia vem passando por uma série de transformações. A introdução de plataformas de anúncios self-service no mercado digital revolucionou a forma como boa parte dos anunciantes se relacionam com o mercado. Uma experiência que torna acessível a criação de campanhas para os mais variados grupos pessoas, independentemente do nível de compreensão do processo. Afinal, essas plataformas trabalham com a compreensão e interpretação dos elementos que envolvem os anúncios e disponibilizam para o público de forma que possa ser facilmente compreendida. Traçando simples parâmetros como custo por alcance, custo por clique ou custo por aquisição, como mídia por impacto.

Não é atoa que esses processos estejam ganhando fatias cada vez maiores do share publicitário. Esse cenário entra em contraste com os velhos hábitos da comercialização de mídia materializada pelos meios tradicionais ao longo das últimas décadas. Tabelas de programações com precificação baseada na média de audiência de cada programa, é uma abordagem que se demonstrou suficiente por um bom tempo, porém em pleno 2020 o mercado clama por simplicidade e resultados.

No tradicional

Atualmente, a grande maioria dos veículos nacionais tradicionais seguem o padrão de comercialização de mídia que já conhecemos a décadas. Onde nos deparamos com tabelas de precificação baseada em programas e suas respectivas médias de audiências, representando ali um potencial de alcance. A partir dessas informações, temos o trabalho do profissional de mídia que vai fazer uma série de cálculos e comparativos para encontrar os dados de audiência e representação estratégica de seus gastos.

Programação, dados, preços, praças e outros diversos comparativos que podem nortear uma aquisição de mídia, porém são entregues para agências e anunciantes como um enigma a ser resolvido. Esse sistema repleto de burocracias. Afasta boa parte de um público de anunciantes em potencial que não necessariamente conta com suporte de uma agência ou profissional de mídia, que consequentemente acabam migrando para plataformas digitais. Enquanto, até mesmo aquele público que possui um conhecimento mais amplo sobre o assunto, busca plataformas que ofereçam métricas mais expressivas para que a análise dos resultados seja mais completa.

Sempre que comparamos os veículos tradicionais com as plataformas digitais parece que estamos falando de realidades distintas e que contrastam entre si. Porém, é inegável que dentro de um processo de criação precisamos reinventar uma realidade disponível, nesse caso não é diferente. Os meios tradicionais têm a faca e o queijo na mão. A partir do momento em que se há uma tendência de mercado e eles possuem os dados necessários para dispor uma nova abordagem aos anunciantes.

A tecnologia que intermedia, são softwares que o mercado já tem disponível. Então o processo de mídia por impacto, que essa comercialização de mídia focada no resultado esperado pelo investimento e aplicando métricas de resultados. Dessa forma, sendo um tópico que quase nunca é tema de discussão, porém na vivência de quem negocia com o veículo de comunicação, faz toda diferença. E a aplicação? Bom, essa pode estar mais próxima da realidade do que parece.

Medição

O processo de medição é onde todas as informações do veículo que são relevantes para os anunciantes são reunidas para serem entregues ao mercado de forma funcional. Estamos falando de número médio de audiência, praças disponíveis, especificações do público-alvo, preços por inserção e todo aquele material usualmente entregue aos anunciantes, sem demais considerações. Essa etapa é imprescindível pois aqui que conseguimos observar o leque de oportunidades. Como as que existem dentro de uma programação, seja de uma rede de televisão ou de uma rádio.

Otimização

A otimização vai transformar todos os dados e informações da etapa passada em oportunidades de investimentos para os anunciantes. São questões quantitativas e qualitativas. É aqui é onde deixamos de falar do Programa X e o Jornal Y e apresentamos para o mercado dados que expressão como a verba do anúncio vai performar impactando o público escolhido. Tornando a tomada de decisão em um processo acessível para todos os níveis de anunciantes. Independente de estarmos falando uma agência ou com pequeno ou médio empreendedor.

Avaliação de Performance

Essa etapa final é fundamental para que possamos avaliar os resultados obtidos nas campanhas. Afinal, estamos um mundo de relatórios que envolvem métricas precisas difundidas pelos ambientes online. Deixar que os relatórios dos meios tradicionais fiquem longe dessa realidade vai criar um abismo entre os meios de anúncios. A transparência do valor de mídia, das etapas anteriores abre um novo parâmetro para que esses resultados apareçam. Criando assim uma comunicação mais sólida com seus anunciantes, realmente foca em resultados.

Esses passos são etapas de um processo que busca ressignificar a conexão entre os dos veículos tradicionais e os anunciantes. Incorporando os benefícios desses meios, que possuem a maior taxa de confiança do público com o que o mercado busca em termo de veiculação para anúncios. Enquanto observamos o processo de forma metodológica nos faz ver que essa pode ser uma realidade para os canais nacionais. Bem como, não é necessária nenhuma tecnologia de outro mundo para transformar os meios tradicionais competitivos aos digitais em termos de acessibilidade e resultados. Por exemplo, tv, rádio e impressos, já saem na frente na credibilidade. Afinal, se manter atualizado e sem medo de inovar é a chave para transformar o mercado em um ambiente saudável em todos os formatos de anúncios que existem e ainda irão existir, inclusive na mídia por impacto.